32ª Mostra – Crítica: “Hanami – Cerejeiras em Flor”

As flores de cerejeira, ou Sakuras, são símbolos da beleza mas também da impermanência, já que é impossível possuí-las.

Este conceito permeia o belo trabalho de Doris Dörrie. O ponto de partida da história é a descoberta da doença terminal de Rudi por sua esposa. Trudi, de ascendência japonesa, sonha em viajar ao Japão e lá poder avistar o Monte Fuji e as cerejeiras em flor na companhia do marido, sem o qual não veria qualquer graça. Porém, sem contar ao marido sobre seu estado de saúde, ela o convence primeiramente visitar os filhos que moram em Berlim. Como os filhos são ocupados demais para lhes dispensar o mínimo de atenção, o casal resolve viajar até o litoral Báltico. É quando destino prega uma das suas e repentinamente Trudi falece. Começa então a saga do marido em tentar oferecer à esposa morta tudo aquilo que ele a negou em vida, ao passo que ele aprende mais sobre os filhos, sobre o Japão e sobre si mesmo.

Vale a pena pelo roteiro tocante, pela fotografia bem trabalhada e pela trilha sonora, assinada por Claus Bantzer.

Avaliação Le Champo: Bom! 

Confira o trailer no original em alemão:

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