32ª Mostra – Crítica: “Nascidos em 68”

No ano em que o mundo relembra os 40 anos dos eventos de Maio de 68, eis que aparece (mais) um filme evocando o espírito daquela época. Acreditando oferecer uma proposta inovadora (!) – repensar os filhos daquela geração de militância e contestação – “Nascidos em 68” deixa a desejar num filme longo (são 173 minutos!!!) e novelístico.

Com Laetita Casta no papel de Catherine, a trama vai desde a explosão do movimento estudantil de Paris, em 1968, passando pela construção da utópica comunidade hippie, nos anos 1970 e a sua gradual e inevitável dissolução até os anos 1980. É quando os filhos de Catherine, Ludmilla e Boris são adultos e refazendo o mesmo caminho dos pais, ou seja, o de negação da geração anterior (embora jurem o contrário) se deparam com novos problemas: a queda do Comunismo e com ele o sonho de seus pais, a busca pela realização profissional e a explosão da AIDS. 

No fim, a esperança daqueles que vivem de arquitetar boas e saudosas utopias… E então, alguma novidade para você?

Avaliação Le Champo: Regular!

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