32ª Mostra – Crítica: “Risco”

A produção polonesa dirigida por Michal Rosa ilustra como um segredo pode abalar um casamento perfeito.

No passado, Jacek ajudou a Polícia Política polonesa, como informante. Este fato é descoberto por sua esposa, Joanna, no dia do seu aniversário: um dos presentes que recebe é uma fita contendo um trecho da entrevista de um historiador. Sem conseguir descobrir quem a presenteou, Joanna segue atrás de informações sobre o episódio. Não encontrando evidências que confirmem suas dúvidas, a mulher entra num estado de depressão profunda, o que culmina com o distanciamento cada vez maior do seu devotado marido.

Para o diretor, trata-se de uma história simples, tradicional e não-política. Para o espectador, corre-se o risco de ficar com aqula sensação de “sera que perdi alguma coisa?”. Talvez simplificar demais o cotidiano pode não funcionar como esperamos…

Uma frase para “Risco”: calma, você não perdeu nada!

Avaliação Le Champo: Regular.

                                             Joanna (de vermelho) é a personagem central de “Risco”

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