32ª Mostra – Crítica: “Better Things”

O lado mais obscuro da juventude é explorado neste longa independente de Duane Hopkins.

O ponto de partida da trama é a morte de Tess por overdose de heroína. Ela, bem como a maioria dos jovens de seu meio estão envolvidos com o consumo de drogas pesadas e outras dependências. Ao mesmo tempo, Gail,outra garota com problemas, teme o mundo lá fora e nunca ousa ultrapassar as paredes de dua casa.

Sem o moralismo que geralmente permeia a abordagem deste tema, o filme enfoca as dores e dificuldades em lidar com perdas, morte, ressentimento e culpa, sensações difíceis em qualquer idade mas que assume um peso ainda maior quando se é jovem e as expectativas costumam ser breves.

Uma frase para “Better Things”: Não tente repetir isso em casa!

Avaliação Le Champo: Bom!

                                           Cartaz de “Better Things”, produção independente from UK

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