32ª Mostra – Crítica: “Os Adultos”

Como é difícil crescer! Mais difícil ainda, aos olhos da cineasta Anna Novion é ser uma dessas “pessoas crescidas”, cheias de suas certezas e sempre tomando o caminho mais longo.

Jeanne e seu pai viajam à Suécia em busca dos lendários tesouros vikings. Seu pai, bibliotecário, em Paris está certo de sua aventura. No entanto, quando chegam à casa que alugaram, se deparam com as proprietárias ainda lá. Graças a confusão de datas, os quatro envolvidos no engano resolvem partilhar os quinze dias de férias. Eles não sabem, mas é a oportunidade que precisam para que possam repensar suas histórias de vida, partirem em busca de seus tesouros perdidos ou, no caso de Jeanne, de viver intensas experiências.

Com uma belíssima fotografia, é um filme leve, divertido e despretensioso. Vale a pena ver e deixar encantar-se com as belas imagens da Suécia!

Uma palavra para “Os Adultos”: Encantador.

 

Avaliação Le Champo: Bom! 

                                                                 Cena de “Os Adultos”

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