32ª Mostra – Crítica: “Adoração”

O novo filme do diretor Atom Egoyam (de “Verdade Nua”) mostra até que ponto verdade e ficção podem se misturar e quais os desdobramentos que esta mescla pode resultar.

Simon é um jovem estudante, criado pelo tio e que vê numa trágica notícia de jornal a oportunidade para repensar a tragédia ocorrida anos antes em sua família. Apoiado pela professora de francês e teatro do colégio, Simon reescreve os acontecimentos como sendo sua história de vida a, após divulgá-la na internet, desperta a curiosidade, o apoio e até a ira de muitas pessoas.

Com estes elementos (que fraqueja nos seus momentos cruciais), o cineasta explora ainda questões importantes como a da intolerância religiosa e étnica. É por isso que o filme não está de todo perdido.

Uma frase para “Adoração”: um pouco menos, vai!

Avaliação Le Champo: Regular.

                                                 Cena de “Adoração”, filme de Atom Egoyam

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