32ª Mostra – Crítica: “9mm”

Existe certas circunstâncias que ultrapassam fronteiras e que podem ser vividas por qualquer um em qualquer lugar. O desmoronamento de uma família cujos membros mal se falam ou sequer se olham independe do contexto social onde esta familia está inserida.

É isso que mostra o longa do cineasta belga Taylan Barman. E só isso.

Não há mais nada a ser visto em seus 94 minutos quase torturantes. Um adolescente dando seus primeiros passos rumo à marginalidade, um homem fracassado em todos os sentidos e uma mulher que vive o suposto “dilema feminino dos novos tempos”, ou seja, envolta a problemas domésticos, conjugais, profissionais e em crise diante de suas falhas. A narrativa desnecessariamente lenta faz “pescar” os desavisados e um desfecho abusrdamente previsível.

Segundo o diretor, sua obra, filmada no norte da França busca analisar o olhar da sociedade sobre ela mesma. Barman, que esteve presente na sessão de hoje, no HSBC Belas Artes, disse ainda que é a estréia internacional de “9mm”.

Será que o caminho será longo?

Dica Le Champo: leve travesseiro ou beba café!

Avaliação Le Champo: Ruim.

                                  Morgan Marinne (à esquerda) interpreta o adolescente rebelde em “9mm”

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