32ª Mostra – Crítica: Tulpan (Suíça, Rússia, Cazaquistão, Polônia)

O incrível filme de Sergei Dvortsevoy narra a história do jovem Asa que, ao ser dispensado da Marinha retorna aos estepes do Cazaquistão em busca da realização de seu sonho. Asa quer tornar-se pastor  de ovelhas. Para tanto ele precisa se casar, condição essencial para que ele ganhe seu primeiro rebanho.

No caso de Asa, esta condição rem nome: Tulpan, moça geniosa em que o rapaz deposita todas as suas esperanças.

A partir deste fato o filme se deserola numa boa mistura de humor e drama, mostrando com a mesma leveza a dura vida no deserto e as animadas investidas de Asa na conquista do coração de sua amada e do seu sonhado rebanho.

Se ele vai ou não atingir seu objetivo, obviamente não direi, mas digo que não foi à toa que Tulpan foi o premiado na seleção “Um Certo Olhar” na última edição do Festival de Cannes.

E cante com eles: “By the rivers of

 Babylon…”!!!

Uma palavra para “Tulpan”: surpreendente.

Avaliação Le hampo: ótimo!

                                       O cazaque Asa, protagonista de Tulpan

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