32ª Mostra – Crítica: Café dos Maestros (Argentina)

“O tango é música, canto e dança”.

Este é o espírito do documentário de Miguel Kohan, que busca retratar a trajetória do tango através da orquestra intitulada “Café de los Maestros”.

Composta por renomados artistas do género, Café de los Maestros reuniu, desde 1940 – o auge do tango – músicos e cantores de múltiplos talentos, imbuídos de paixão e sentimentalismo. Destaque para a cantora Virgínia Luque, capaz de cantar em outros idiomas, como em japonês, para homenagear turistas que prestigiavam o grupo quando este se apresentava em cabarés.

Além de relatos dos artistas e uma memorável apesentação da Orquestra, em 2004, no Teatro Cólon, o documentário traz belas imagens da cidade de Buenos Aires, capaz de despertar uma saudade arrebatadora naqueles que conhecem de perto a Av. Corrientes, o Caminito de La Boca ou as ruas de Palermo Viejo.

Sim, “Café dos Maestros” é uma viagem ao saudosismo e a nostalgia típica dos argentinos. Sentimentos que não agridem a alma se tomados em moderadas doses.

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Uma palavra para “Café dos Maestros”: Nostalgia.

Avaliação Le Champô: bom

    Cena de “Café dos Maestros”

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