Festival Sesc dos Melhores Filmes de 2008 e Ciclo Debord agitam SP

Começam hoje dois eventos que prometem alvoroçar os cinéfilos paulistanos.

No Cinesesc (Rua Augusta, 2075), a 34ª edição do Festival Sesc dos Melhores Filmes traz de volta à tela  58 filmes considerados sucesso de público e crítica em 2007, com ingressos a (pasmem!) R$6!

Consagrado como o 4º festival mais tradicional do país, o evento, que vai até o dia 24 deste mês, exibe uma miscelânea de títulos que vão desde “Piratas do Caribe – No Fim do Mundo” e “Zodíaco”, passando pelos premiados “A Vida dos Outros” e “Piaf, Um Hino ao Amor”, e chega aos ultra-cults “Império dos Sonhos”, do onírico David Lynch e “Em Busca da Vida”, de Jia Zang-ke.

Dentro da safra nacional, além do famigerado “Tropa de Elite”, de José Padilha, é possível conferir “Mutum”, de Sandra Kogut, “Saneamento Básico”, de Jorge Furtado e “Baixio das Bestas”, de Cláudio Assis, entre outros.

'O Passado', 'Santiago', 'Em Paris', 'Noel - Poeta da Vila', 'A Culpa é do Fidel', 'Viagem a Darjeeling', outros destaques do Festival.
Na ordem: O Passado, Santiago, Em Paris, Noel – Poeta da Vila, A Culpa é do Fidel, Viagem a Darjeeling, outros destaques do Festival.
Além do Festival dos Melhores Filmes, outro evento importante é o ciclo “Que Situação, hein, Debord?”, que reúne filmes, debates e intervenções urbanas, no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo.
No centro do programa está o “Situacionismo” – movimento europeu de crítica social, cultural e política que reuniu poetas, cineastas e artistas plásticos contra a sociedade de consumo, de fins da década de 1950 até a década de 1970.
O destaque da programação de filmes são as obras audiovisuais de Guy Debord, um dos mentores do movimento situacionaista, cujas obras serviram de inspiração para as manifestações de Maio de 68.
A mostra exibirá todos os filmes do filósofo e cineasta francês. Suas obras propõem o que se pode chamar de “anti-cinema”, exemplificado em “Uivos para Sede”, de 1952.
Vale conferir ainda duas de suas obras essenciais: “A Sociedade do Espetáculo” , de 1973, ou seja, cinco anos após as revoltas de 1968, e “In Girum Imus Nocte et Consumitur Igni” (“giramos na noite e fomos devorados”), de 1978, que sugere a anulação da nostalgia.
Até dia 24/04, no Centro Cultural Banco do Brasil (rua Álvares Penteado, 112), entrada gratuita (com retirada de senha no dia da sessão, a partir das 10h.)
Cenas de 'Contre le Cinéma' e 'In Girum Imus Nocte et Consumitur Igni', de Guy Debord
Cenas de Contre le Cinéma e In Girum Imus Nocte et Consumitur Igni, de Guy Debord
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