Mulheres mostram a verdade

O 13º Festival Internacional de Documentários – É Tudo Verdade, que começa hoje em São Paulo traz a agradável surpresa de exibir o maior número de produções feitas por mulheres de todas as suas edições.

Dos 15 concorrentes ao prêmio de Melhor Documentário de Longa e Média-metragem, 8 são produções femininas.

É o caso de Kim Longinotto, que apresenta o seu “Me Abrace Forte e Me Deixe Ir”, relato sobre a Mulberry Bush School, que atende 40 crianças com distúrbios de comportamento. É a sexta participação da inglesa no festival e seu documentário recebeu o prêmio de Melhor Documentário Britânico de 2007.

A mexicana Diana Cardozo (“Sete Intantes”) mostra história de sete mulheres que se tornaram guerilheiras no Uruguai, nos anos 60 e 70, como integrantes das fileiras dos Tupamaros (também conhecidos como Movimento de Libertação Nacional).

As transformações do universo feminino na Itália das décadas de 1960 e 1970 são retratadas em “Também Queremos as Rosas”, de Alina Marazzi.

Masha Novikova dirige “Anna, Sete Anos no Front”, sobre a jornalista russa Anna Politkovskaya, assassinada a tiros em Moscou em 2006 e principal crítica do governo russo nos conflitos com a Chechênia.

Há ainda “Phyllis e Harold”, da norte-americana Cindy Kleine, “Operação Cineasta”, de Nina Davenport, o premiado “Ao Lado”, de Stéphane Mercurio e “O Cosmonauta Polyakov”, da alemã Dana Ranga.


Cena de Me Abrace Forte e Me Deixe Ir

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