Morreu na noite do último sábado, em sua casa, em Los Angeles, o ator norte-americano Charlton Heston, de 84 anos.
A causa da morte não foi revelada mas sabe-se que o ator sofria de doença degenerativa com sintomas do mal de Alzheimer.
Heston tornou-se célebre após sua atuação em filmes épicos. Foi premiado com Oscar de melhor ator por “Ben-Hur” (1959), interpretou Moisés em “Os Dez Mandamentos” (1956), além de ter atuado em outros clássicos, como “El Cid” (1961), “Planeta dos Macacos” (1968) e “A Marca da Maldade” (1958), entre outros.
Uma de suas últimas aparições no cinema foi em “Tiros em Columbine” (2002), decorrente de sua militância pelo direito à posse de armas. Heston foi presidente da Associação Nacional do Rifle, de 1998 a 2003.
Em virtude de seu falecimento, o presidente norte-americano George W. Bush descreveu o ator como um “grande defensor das liberdades”, é o que dá conta o jornal A Folha de S.Paulo. Em 2003, Bush condecorou o ator com a “medalha da liberdade” – a mais alta honraria civil dos EUA.
(Neste caso, ao que tudo indica, a imagem do ator, construída ao longo de todos esses anos ao interpretar heróis grandiosos, fortes, belos e bem-intencionados, parece ter sido muito bem aproveitada pelo governante norte-americano.).
O último filme de Charlton Heston foi “Josef Menguele – My Father, Rua Alguém, 5.555″, de 2003. Na obra, que foi rodada no Brasil, o ator viveu o nazista Menguele, refugiado no país após o fim da Segunda Guerra.

O ator Charlton Heston em três momentos da carreira: em Ben-Hur (1959), como Moisés em Os Dez Mandamentos (1956) e ao lado de George W. Bush, na ocasião em que foi condecorado.
O cinema jamais será o mesmo, até hoje choro a perda, porém mas ao mesmo tempo alegre porque DEUS o levou para colocar em lugar melhor.
sempre fui fa de Charlton heston hoje ficamos mais pobres sem ele, sua interpretacao magnifica nao teremos mais
Sim, também gostava muito de Heston…foi uma grande perda.